Estou feliz, conheci o Alegrete!
14 de Novembro de 2008
Um professor, por natureza, sente a necessidade de levar as suas experiências a todos os cantos do seu país, da sua terra natal, aos mais diversos espaços, próximos ou distantes, para disseminar idéias e ter a esperança de que uma semente plantada na mente de 100, 200 jovens e adultos, irá germinar e se transformar em muitos frutos. E quem colherá esses frutos? Muito provável que sejam aqueles que anseiam por um caminho que leve ao seu desenvolvimento pessoal e profissional.
Alegrete, no Rio Grande do Sul, é a cidade que me recebeu, com muito carinho, para participar de uma imersão no processo do conhecimento. Mentes e corações ansiosos por cada frase pronunciada, cada olhar emocionado, cada participação com histórias cheias de vida e, principalmente, vontade de viver mais e com mais felicidade!
Cada encontro, de quatro horas, parecia acontecer em apenas quinze minutos. Eu queria dizer mais, falar dos livros que li, dos autores que me perturbaram, dos líderes que me impulsionaram… Mas não era possível parar o tempo.
Depoimentos de pessoas presentes me emocionaram e ainda emocionam. Pessoas que se identificaram com o que eu falava. Pessoas que me abraçaram. Pessoas que me deram carinho e que sorriram para mim. Este é o verdadeiro reconhecimento de um professor!
Muitas pessoas foram responsáveis pela minha estada em Alegrete: o prefeito municipal, a secretária municipal de educação, a empresária Clélia, o amigo Tubino que me inspirou e sua esposa. A Ione Dorneles que me acolheu com tanta atenção e gentileza. O Lieber e sua esposa. A Luciara Moutinho e, é claro, o Nilson Gomes, diretor do Jornal Expresso Minuano que foi o potencializador do projeto em Alegrete e um dos responsáveis diretos pela realização deste evento. O repórter Oliveira Júnior da Rádio Ibicui FM on-line, da cidade vizinha de Manoel Viana, onde concedi uma entrevista, abordando diversos temas.
Ah, Alegrete, que cidade fantástica! Que povo acolhedor! Tenho certeza que as pessoas, com as quais tive a oportunidade de interagir, sempre me receberão de braços abertos e eu também estarei de braços abertos.
Quando, em um dos encontros, falei da importância da presença do pai e da mãe para o desenvolvimento da personalidade do ser humano, percebi a emoção de algumas pessoas. E me dei conta, de quantos filhos sentiram e sentem a falta da presença do pai e da mãe.
Assim é a vida, assim é a nossa história. Tivemos alguém que confiou em nós e que disse que iríamos conseguir, que poderíamos fazer, que não estaríamos sozinhos na caminhada. Quem vivenciou isso, teve a oportunidade de ter sua autoconfiança ampliada, pôde desenvolver sua auto-estima, soube estabelecer objetivos de acordo com suas potências.
Alegrete mexeu com meu coração! E torço para ter deixado alguma contribuição para todos que estiveram comigo nesse circuito de construção de conhecimento.
Que a partir desse encontro, muitas sementes possam brotar!
Muito obrigado ao povo de Alegrete.