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Uma pessoa deve pedir aumento de salário? Minha resposta é: não! Por quê?

Porque de acordo com a minha experiência, de mais de 30 anos como empresário, aprendi que quando um colaborador pede aumento, há algum equívoco na relação “empresa x trabalhador”. Afirmo isto, porque algo não está em equilíbrio: ou a pessoa está se supervalorizando (pois desconhece a realidade do mercado de trabalho e o nível de preparação necessário para um profissional da sua área e de seus concorrentes); ou pode estar “desperdiçando” seu talento em uma empresa que ainda não aposta nas pessoas como foco central de sua existência.

Uma organização que prioriza as pessoas e as compreende que o grande diferencial competitivo dos dias atuais, percebe sua folha de pagamento mensal como um grande investimento. E se orgulha, por possibilitar que as pessoas sejam valorizadas não apenas através do reconhecimento no trabalho, mas também, financeiramente. Afinal, os recursos materiais obtidos através do trabalho, podem (e devem!) se tornar possibilidades de desenvolvimento do colaborador: possuir boas condições de vida, prover uma boa educação para os filhos e para si mesmo (através de cursos e capacitações), poder viajar e conhecer outras culturas, enriquecendo a sua experiência de vida e ampliando os seus horizontes.

Sem considerar o efeito motivador que existe a partir da valorização do trabalhador, pois sabemos que, colaboradores motivados são uma vantagem competitiva para qualquer empresa. Motivação gera criatividade, que vem da emoção, da vontade, da alegria de estar trabalhando em uma atividade que traz satisfação, realização e recompensa (financeira e emocional).

Para melhor esclarecer o que falo, vamos, didaticamente, pontuar em oito questões.

1) Como abordar o chefe para falar sobre aumento de salário?
Este é um momento delicado, pois gera muita expectativa. Não é simplesmente uma conversa para falar de recursos financeiros, mas um pedido de reconhecimento. O colaborador deve estar ciente dos argumentos que fundamentarão o seu pedido e o empregador ciente do que deve argumentar para justificar o seu posicionamento, favorável ou não ao pedido.

Pensando na atitude do colaborador, acredito que o ideal é sempre solicitar um horário para a conversa. Se for uma grande empresa, com um ambiente formal, o melhor é marcar uma hora com a secretária do chefe e adiantar o assunto. Ser franco e assertivo neste momento, significa dar a possibilidade de o chefe se preparar para tratar do assunto, ele poderá solicitar informações junto ao setor em que o colaborador atua e informações ao Departamento de Recursos Humanos, enfim, estará preparado para recebê-lo e tratar o assunto com objetividade.

Isto fará com que a conversa mantenha o seu foco e evitará surpresas e/ou constrangimentos desnecessários. Lembrando que cada organização possui a sua cultura e uma forma de lidar com esta questão (na maioria das organizações é algo pouco comentado), é importante destacar que o efeito desta conversa pode ser promissor ou devastador, dependendo de como o assunto será conduzido por ambas as partes.

2) Como perder o melindre de pedir um aumento?
Podemos entender o melindre como a delicadeza no trato, ou seja, uma pessoa que é gentil e polida, mas se magoa facilmente e pode, muitas vezes, ter dificuldades de expor seus pensamentos e sentimentos. Perder o melindre é conseguir ser assertivo, ou seja, ter a capacidade de expor de maneira clara e sem máscaras – o que pensamos, sentimos ou queremos, como ter voz ativa e assumir a responsabilidade diante de determinadas situações, respeitando a posição do outro.

Ser assertivo é ser humilde, mas não submisso consigo mesmo ou com as demais pessoas. Por isso, toda pessoa que deseja crescer profissionalmente precisa desenvolver essa habilidade, tão fundamental para o progresso da carreira.

A assertividade pode ser considerada uma aptidão inata ou uma habilidade a ser aprendida e praticada em nossa experiência de vida, até se tornar espontânea. Envolve: consciência de quem somos (autoconhecimento), estratégia e preparação (a perspicácia para falar e agir no momento exato), paciência (para conseguir mudar velhos hábitos e aprender novas atitudes) e prática (para exercitar o que foi aprendido). Todo o ser humano, trabalhador, líder, pai, mãe, enfim todas as pessoas devem desenvolver a assertividade, pois ela facilita a comunicação e as relações humanas trazendo felicidade para si próprio e para os demais do seu entorno.

3) O que devemos considerar antes de pedir aumento?
São inúmeras as questões que precisam ser consideradas: por que mereço aumento? Por que a empresa me daria aumento? Algum colega que possui o mesmo cargo ganha mais do que eu? Fiz algum curso que ampliou a minha capacidade profissional depois que ingressei na empresa? Se eu sair da empresa ganharei mais em outra? A empresa realmente precisa de mim? Quais as habilidades que possuo que julgo ser o meu diferencial? Quais as atitudes que tenho que me destacam profissionalmente? Se todas estas questões estiverem perfeitamente respondidas e o colaborador não recebeu aumento por iniciativa da empresa, ele deve avaliar se o melhor não é buscar uma nova oportunidade de trabalho. E se receber o aumento, deverá manter o seu nível profissional e aperfeiçoá-lo ainda mais.

4) Como saber se já está na hora de pedir um aumento de salário?
Não acredito que exista uma hora “certa” para isso. Penso que um profissional maduro e coerente acaba sentindo a necessidade de renegociar seu salário, caso não haja iniciativa organizacional. Contudo, como já falamos, deve ter seus argumentos bem claros, e fazer uma avaliação precisa, pois geralmente, este pedido foi motivado por alguma situação: algum colega ganha mais do que eu e faz a mesma tarefa? A empresa solicitou que eu faça alguns cursos e eu, prontamente os fiz, por minha conta, ou seja, já estou mais qualificado do que quando entrei e não tive aumento real de salário? Ou ainda, outras empresas valorizam mais um profissional com o meu cargo e pretendo ficar onde os recursos financeiros forem maiores?

Porém, é importante dizer que as escolhas de uma carreira não devem estar pautadas em curto prazo e nem somente no salário, pois são vários os fatores que contribuem para a qualidade de vida no trabalho. Muitas vezes, determinadas empresas oferecem salários maiores, mas oferecem um ambiente com riscos à saúde, com um péssimo clima organizacional, sua cultura promove o adoecimento físico e mental, etc. Então, de nada adianta ganhar mais e gastar com médico e psicoterapeuta. É óbvio que o salário é um fator importante, mas não por si só.

5) Qual a melhor hora para falar com o chefe sobre o assunto?
Já li alguns teóricos que afirmam que o melhor dia é terça-feira, depois das onze horas da manhã. Contudo, acredito que a melhor hora é a melhor hora para o chefe, ou seja, é aquele momento em que o colaborador escolhe através do bom senso: um dia mais tranquilo, um horário em que ele não esteja tão ocupado, um período (tempo de empresa) em que já é conhecido o suficiente e já mostrou a qualidade do seu trabalho e o seu nível de comprometimento com a organização, etc.

Como já mencionei, o ideal é não existir a necessidade de ter que pedir um aumento, mas se acontecer, que a relação a partir desta conversa, possa seguir de forma madura e respeitosa. Na verdade, a relação de trabalho se resume a uma relação de troca, e como em toda troca, deve ser justa. Esta é a busca constante na relação empregatícia: a satisfação das partes. Quando uma delas acha que dá mais do que recebe, acontecem os conflitos de valores. Já quando há a ideia de equilíbrio entre o que se dá e o que se recebe, há consenso, reciprocidade e satisfação.

6) Como um profissional pode avaliar se está ganhando um salário adequado?
Definir um valor em números para algo tão subjetivo como o valor de uma pessoa para uma organização, eis uma grande habilidade: poder quantificar o que não tem medida! E é exatamente assim: como dar um valor, um “preço” para uma pessoa?

Outro conceito relativo é o de “ganhar pouco x ganhar muito”, ou seja, se um colaborador possui um salário considerado baixo e acaba realizando vários equívocos e erros no trabalho, causando prejuízos à empresa, seu salário deixa de ser baixo e passa a ser muito alto. O contrário também é verdadeiro: se um trabalhador ganha um salário acima da média dos demais e evita que erros e prejuízos à empresa aconteçam, o seu salário é baixo!
Atualmente, o mercado de trabalho é que avalia se uma pessoa ganha um salário adequado. No mundo capitalista é o mercado que determina os salários. O que ocorre com frequência é que a maioria das pessoas tem muita pressa em ser valorizada financeiramente. A ansiedade não é proporcional à velocidade do “fazer por merecer”. A organização precisa de um tempo para avaliar o trabalho do profissional e reconhecê-lo no âmbito salarial.

Um detalhe importantíssimo no quesito salário é a confiança que a empresa deposita no colaborador. Embora seja um critério profundamente subjetivo, é algo muito valorizado. E, também, a atitude do colaborador, ou seja, seu preparo emocional (a chamada Inteligência Emocional) para lidar com pessoas e situações difíceis em seu dia a dia. O colaborador deve ter uma atitude capaz de promover um ambiente saudável e feliz, no qual as pessoas se sintam bem e motivadas para o trabalho.

O relacionamento interpessoal e a maturidade emocional das pessoas é outro grande diferencial competitivo de uma empresa. Colaboradores emocionalmente inteligentes promovem bons relacionamentos, que promovem um bom ambiente para trabalhar e um bom ambiente amplia a produtividade! Pessoas com esse perfil fazem a diferença, e são muito valorizadas.

7) Quando devemos evitar o pedido de aumento?
Em um de meus livros, “Todas as suas decisões são 2X1”, escrevi sobre o embate: razão x emoção. Embora se saiba que o homem é um ser integral, didaticamente, podemos fazer esta cisão para identificarmos o aparato psíquico que motiva determinada ação.

Cientificamente, podemos afirmar que a pessoa pede aumento de salário quando tem um interesse maior, uma vantagem maior fora da empresa. Afinal, se ele se sentisse em vantagem na empresa, não colocaria o seu salário em questão, certo?

Contudo, são vários os aspectos que se entrelaçam na complexa decisão de seguir adiante ou permanecer no emprego atual. Muitas pessoas acham uma decisão fácil, mas não é, pois deve estar pautada estrategicamente. Muitos colaboradores cometem equívocos e se prejudicam em sua carreira: nossas decisões devem ser a longo prazo. Continuar se qualificando é uma decisão primordial, pois significa que há um investimento e um aprimoramento em si mesmo e por consequência, na carreira profissional. Atualmente, o conceito de empregabilidade enaltece esta capacidade de uma pessoa manter-se desejada pelo mercado de trabalho. Para estas pessoas, jamais faltará trabalho!

Por outro lado, se um funcionário está supervalorizado no mercado e continua na empresa porque ela está precisando muito dele e ele possui mobilidade, é acreditar que a pessoa sabe estabelecer objetivos a longo prazo, que ela reconhece o que a empresa já fez por ela, e se sente compelido a retribuir. Infelizmente, este tipo de atitude é uma exceção nos dias atuais. A questão ética envolve o comprometimento (de ambas as partes: empresa e colaborador), mas estamos em uma época em que o individualismo impera e a busca de suprir as próprias necessidades fazem da alteridade uma utopia.

8) Como reagir se o pedido for negado?
Este talvez seja um dos momentos mais significativos para compreender o que é Inteligência Emocional e profissionalismo. O colaborador tem que se preparar muito antes de pedir um aumento de salário, como já mencionei, e deve, sobretudo, estar preparado para receber um não e ter a capacidade avaliar e compreender o ponto de vista da empresa.

Quando a pessoa sente que é o momento de realizar esta conversa, deve estar preparada para a satisfação e para a frustração. Afinal, a relação de trabalho deve continuar (ou não, dependendo do desenrolar da conversa) e não ser afetada por isso, é um risco que se corre e que deve ser previsto. Como prosseguir? Tudo dependerá da relação que se construiu até o momento e da habilidade emocional dos envolvidos em poder manter uma relação profissional, acima de tudo.

Nem sempre será possível “sobreviver” na empresa após um pedido negado, pois a situação afeta a autoestima e a motivação do colaborador, que mesmo compreendendo os argumentos, é humano, e se sentirá desmotivado. Sem contar, que o pedido pode motivar o empregador a pensar na possibilidade de substituí-lo por conta da reação mais esperada: falta de motivação para trabalhar. Portanto, mesmo sendo um pedido aparentemente simples, ele envolve muitas questões emocionais e mexe com os sentimentos mais profundos de uma pessoa.

Por fim, saliento novamente que, o autoconhecimento é imprescindível para o desenvolvimento pessoal e profissional do ser humano, saber o que quer, identificar seus desejos e motivações, ser capaz de desenvolver a autocrítica e perceber o que falta para chegar onde deseja, é o esperado de quem planeja o futuro e busca o desenvolvimento e a realização pessoal e profissional.

Possuir a racionalidade necessária para estabelecer metas e objetivos, a perspicácia para reconhecer as oportunidades e a humanidade para considerar o outro e as relações humanas como essenciais para a realização de uma pessoa, significa ser inteligente emocionalmente. Portanto, o sucesso é usar a emoção ao nosso favor e extrair dela a vitalidade e a força necessária para buscar aquilo que nos impulsiona e nos faz feliz.

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